Louca é minha mãe
Por festejar meu nascimento
Sem saber que eu era apenas um elemento
Nessa incompreensível equação

Louco sou eu por ter vivido
Durante a vida sofrido
Em busca de uma resposta
O tempo me ensinou que a porta
Se abre somente
Quando se torna impossível

Louco sou eu por me embriagar
E por impulso tentar escrever
Ontem entendi o que é amar
Vou comemorar até esquecer

Louco, por favor me chame de louco!
Prisão perpétua para tamanha loucura
A moça que conheci agora pouco
Tornou-se de minha alma a cura.

Otávio L. Azevedo  (via florejaste)
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